11 ago

Você já ouviu falar sobre Criação com Apego (Attachment Parenting)?

Bebê Criação Criança

A missão da Attachment Parenting é criar vínculos emocionais fortes e saudáveis entre pais e filhos. Sua prática consiste em atender às necessidades da criança de confiança, empatia e afeição, provendo a base para uma vida repleta de relacionamentos saudáveis.

Trata-se basicamente de uma criação consciente e ativa onde o bem estar integral da criança é tratado principalmente com empatia.

Enraizado na teoria do apego, a Criação com Apego foi estudada amplamente, durante mais de 60 anos, por pesquisadores de psicologia e desenvolvimento infantil, e, mais recentemente, por pesquisadores estudando o cérebro. Estes estudos revelam que bebês nascem com fortes necessidades de ser alimentados e de permanecer fisicamente próximos ao cuidador principal, normalmente a mãe, durante os primeiros anos de vida. O desenvolvimento emocional, físico e neurológico da criança é amplificado quando as necessidades básicas são atendidas consistentemente e apropriadamente. Estas necessidades podem ser resumidas a proximidade, proteção e previsibilidade.

O choro, a agarração e sucção do bebê são as primeiras técnicas para manter a mãe por perto. Enquanto a criança cresce e sente-se mais segura em seu relacionamento com a sua mãe, ela está mais apta a explorar o mundo ao seu redor e a desenvolver laços fortes e saudáveis com outras pessoas importantes em sua vida.

A fim de ajudar os pais em sua jornada  a Associação Attachment Parenting International criou Os Oito Princípios da Criação com Apego. Estas orientações são fundadas em investigações sérias e são conhecidas por serem eficazes em auxiliar crianças a desenvolver ligações seguras.

  1. Se preparar para a gestação, nascimento e criação – estude, prepare-se e viva plenamente a gestação, faça escolhas conscientes em relação ao nascimento do seu filho, seu desenvolvimento como você deseja educá-lo. Empodere-se!
  2. Alimentar com amor e respeito – A amamentação exclusiva durante os 6 primeiros meses é a primeira forma de amor e respeito. Respeite o tempo do bebê para a introdução de alimentos sólidos. quando for desmamar, faça de maneira gentil.
  3. Responder com sensibilidade – Esteja presente, converse, brinque, dê abraço, beijos, carinhos. Respeite o tempo do seu filho no contato com outras pessoas. Seja paciente e acolha sempre que ele necessitar de afeto.
  4. Use o contato afetivo – contato pele a pele, carregar no colo ou no sling, massagem, abraços e brincadeiras.
  5. Garanta um sono seguro físico e emocionalmente – aprenda sobre o ritmo de sono dos bebês, atenda suas necessidade também a noite. A cama compartilhada ou quarto compartilhado pode ser de grande ajuda para as mães descansarem e os bebê se sentirem mais seguros.
  6. Cuidado consistente e amoroso – O ideal é que pai ou mãe cuide sempre do seu filhos, mas muitas vezes isso é impossível pois a volta ao trabalho tem que acontecer. Encontre uma pessoa que não só alimente, dê banho e cuide das necessidades físicas mas que também criei vínculo com seu filho, seja a avó ou uma babá mas que tenha a empatia no cuidado. Evite trocar de cuidador com frequência.
  7. Pratique a disciplina positiva – Palmadas e castigos estão fora de cogitação na Criação com apego. Empatia é a palavra chave. Criança aprende com exemplo e não com palavras.
  8. Tenha uma vida pessoal e familiar equilibrada – Evite abraçar o mundo sozinha, buscar ajuda e suporte é importante para aprender a lidar com os desafios da maternidade e paternidade. Encontre também um tempo para cuidar de si, para o casamento e diversão. Mãe e pai emocionalmente saudáveis educam melhor.

Importante ressaltar que não precisa seguir exatamente todos os 8 princípios, a Criação com Apego não é uma receita de bolo, por isso recomenda-se que os pais usem seu próprio julgamento e intuição para criar um estilo de criação que incentive o apego e que funcione para a sua família.

Siga seu instinto, ouça seu coração, esqueça os palpite e viva intensamente a maternidade/paternidade. O tempo passa rápido e logo você sentirá falta desses momentos.

Para saber mais sobre o assunto: http://www.attachmentparenting.org

09 ago

Como acontece a escolha dos pais com os quais o espírito vai encarnar como filho

Bebê Espiritualismo

A escolha dos pais com os quais o espírito vai encarnar (como filho) acontece justamente porque eles podem oferecer ao espírito a possibilidade de “ativar” determinados complexos de encarnações passadas. Isto significa que a criança terá naquela família as dificuldades e facilidades necessárias para ela cumprir aquilo que foi planejado antes de nascer (missão de vida).

– O retorno do espírito para o corpo é planejado. A família em que ele nascerá será aquela capaz de propiciar o positivo e o negativo que ele precisa para evoluir.

– A escolha da família na qual um espírito vai reencarnar é determinada pelas qualidades e defeitos que fazem parte do núcleo familiar. Toda família possui características que estimulam positivamente ou negativamente a criança, que está em processo de formação.

Explico-me: uma mãe amorosa, mas medrosa, engravidou. Suas vibrações foram de profundo amor, aceitação e alegria. Junto veio o receio e a insegurança. O espírito que nascerá será estimulado por todos os sentimentos, pensamentos, vibrações e sensações da mãe. Tanto as vibrações de amor quanto as vibrações de insegurança (por exemplo) vão influenciar na formação do feto.

Suponhamos que esta mãe tenha medo de perder o emprego. Este conjunto de pensamentos, sentimentos, vibrações e sensações chega até o feto. O feto não tem condições de lidar com estes estímulos. Ele usa o “banco de dados” do espírito. O espírito é a referência, a memória e a percepção do feto. Ou seja, é o espírito quem dá sentido aos estímulos que chegam da mãe. Chamamos estes estímulos de dinamizadores, pois eles dinamizam e estimulam a memória espiritual, fazendo com que parte dela seja impregnada na mente do bebê antes dele nascer, durante o parto e mesmo depois do nascimento.

Suponhamos agora que em uma encarnação passada este espírito tenha passado fome por causa de desemprego. As vibrações da mãe dinamizam esta memória do espírito e o resultado poderá ser a ansiedade no feto. A ansiedade no feto gerará uma criança ansiosa (que terá que enfrentar o desafio da ansiedade em sua vida).

Desta forma, o bebê que nasce é uma continuidade do espírito que nele está encarnado. Ele nasce com informações de outras encarnações e do plano espiritual. O bebê não é uma página em branco, ele possui uma riqueza extraordinária de informações e recursos (é assim que se forma a personalidade do bebê).

A formação da mente é acompanhada pela entrada de conteúdo do espírito, que molda o novo corpo que está se formando.

Somos uma continuidade. Somos um corpo novo conduzido por um espírito antigo, que já teve muitas encarnações, possui muitos recursos, habilidades, conhecimentos, condicionamentos, traumas, etc.

Toda criança é um espírito repleto de vida e de história. É muito importante saber trabalhar com esta história e aproveitar os recursos que foram arduamente desenvolvidos em dezenas (ou centenas) de encarnações.

Lembre-se: o feto está ligado a um espírito que possui capacidade de percepção e memória. Os acontecimentos desta fase da vida são armazenados e influenciam a formação da mente do bebe. Desta forma, as primeiras memórias que o bebê terá serão um misto de memórias intrauterinas com memórias de encarnações passadas.

“A família é o campo de provas para a evolução do espírito;”

A mãe insegura (do exemplo anterior) deve se sentir culpada? Não, nunca. A escolha dela (e do pai) para receber aquele espírito deve-se ao conjunto de suas qualidades e dificuldades. O espírito nasce em um novo corpo para lutar, superar dificuldades e evoluir. Ele está reencarnando porque possui muito à aprender e amadurecer. As dificuldades que são dinamizadas na formação do feto JÁ estão presentes no espírito e devem ser por ele resolvidas.

Traduzindo: a família dinamiza somente aquilo que o espírito que está reencarnando carrega no “coração”. É igual na vida cotidiana: o que esperar de um ingrato? Ingratidão. E de uma pessoa desonesta? Desonestidade. Se alguém der um prato de comida para um ingrato, o que será dinamizado? Ingratidão. Talvez o ingrato pense e sinta raiva: “ela me deu arroz com feijão, deveria ter me dado macarrão”. Se esta pessoa for grata, ela não terá ingratidão por receber um prato de comida. Só é dinamizado o que está no “coração” desta pessoa. O que não existir, não pode ser estimulado.

Da mesma forma, se a mãe emitir vibrações de insegurança e o espírito for seguro, ela não irá dinamizar nada. Tudo de bom ou ruim que for dinamizado no espírito é porque já está presente neste espírito. Se no seu “coração” (espírito não tem coração, imagem simbólica) houver paz, o espírito sentirá paz mesmo que os pais não sintam esta paz. O que existir pode ser estimulado, o que não existir não será estimulado. O que for dinamizado (estimulado) será o que o filho terá de bom ou ruim para enfrentar.

Os filhos são uma benção para a família porque com sua personalidade única contribuem para que os pais também aprendam com eles. Todos aprendem, porque todos possuem muito à aprender e evoluir.

Autor: Regis Mesquita – fonte

01 jun

8 dicas práticas para facilitar o trabalho de parto

Gravidez Parto

E aumentar as chances de um parto normal; hábitos e atividades podem ser decisivos neste momento. Saiba mais!

Por Raquel Drehmer

4 maio 2017, 13h36 – Publicado em 3 maio 2017, 18h55

(Ilustração de Juliana Mavalli / Arte de Carolina Horita/Bebê.com.br)

A entrada no terceiro trimestre é um marco na gestação. Os enjoos dos três primeiros meses já são uma lembrança distante (ufa!) e a tranquilidade e a magia do trimestre intermediário perdem espaço para uma barriga bem mais pesada e para os preparativos para o nascimento do bebê. É a hora de entrar em ação para tornar o trabalho de parto o mais tranquilo possível e, se for a vontade da mãe, ir para um parto normal.

 

Com base em estudos acadêmicos e entrevistas com profissionais especializadas no acompanhamento de gestantes, reunimos as principais dicas para facilitar a chegada do bebê. Enquanto arruma a mala da maternidade e providencia as lembrancinhas, coloque-as em prática!

Ah, um lembrete: nas atividades físicas, o ideal é que a gestante esteja acompanhada, para o caso de sentir tonturas ou precisar de ajuda para levantar ou abaixar!

 

  1. Exercite-se, movimente-se (respeitando os limites do corpo)

Não precisa (e nem tem por que) virar uma triatleta, mas manter o corpo em movimento, com exercícios adequados, é ótimo para uma gestação que leve a um bom trabalho de parto. Yoga e pilates são as atividades campeãs, com muitas aulas para serem acompanhadas pela internet e turmas exclusivas para gestantes em academias.

Fácil e independente, a caminhada é uma atividade recomendada pela doula e educadora perinatal Bianca Puglia Lima, da Livre Maternagem, de Brasília. “É ótima para estimular a dinâmica uterina, melhorar a circulação e a resistência cardiorrespiratória e aumentar a sensação de bem-estar na reta final”, afirma. A assessora materna Drika Cerqueira complementa: “Caminhar ajuda o bebê a encaixar direitinho na pelve”.

(Erik Isakson/Thinkstock/Getty Images)

  1. Coma tâmaras

Gestantes que comem tâmaras diariamente têm menos chances de precisar de medicamentos de progressão ou indução do parto. Esta é a conclusão de um estudo publicado no Periódico de Obstetrícia e Ginecologia dos Estados Unidos, que também mostra que as grávidas chegam com dilatação maior ao hospital e têm trabalhos de parto mais curtos. A nutricionista Melinda Johnson, que participou do estudo, explica que “as tâmaras têm um componente que imita a ocitocina [o hormônio que desencadeia o trabalho de parto] e facilita as contrações”.

 

  1. Fortifique a musculatura do assoalho pélvico

Os nove meses de gestação são um teste de resistência para a musculatura do assoalho pélvico. Ele passa a sustentar, além dos órgãos dessa região, um “novo” útero, com um bebê e anexos embrionários (placenta, líquido amniótico, cordão umbilical etc.). “Estando forte, a musculatura dá maior apoio ao útero e reduz a pressão sobre a bexiga”, afirma Drika. As dores lombares também diminuem e a recuperação no pós-parto é mais rápida.

A principal atividade para o fortalecimento da região é o exercício de kegelÉ supersimples e pode ser feito ao longo de toda a gravidez. A dica de Drika é contrair a musculatura imaginando impedir a saída, ao mesmo tempo, de um pum e do fluxo de urina. Faça 20 repetições duas vezes ao dia. Pode ser no trânsito, vendo TV e até no trabalho.

Já Bianca sugere exercícios com a bola suíça (ou bola de pilates): sente-se na bola e balance os quadris lentamente de um lado para o outro. Em seguida, faça movimentos circulares com os quadris. Dez repetições no sentido horário e dez no anti-horário são suficientes por dia.

(b-d-s/Thinkstock/Getty Images)

  1. Faça sexo

Transar é uma dica que vale especialmente para a reta final da gestação, naquelas últimas semanas em que a barriga já está pesando uma tonelada. “O sexo pode ajudar a induzir o parto pelo estímulo uterino provocado pelos orgasmos, pela liberação natural de ocitocina e pelo sêmen, que contém prostaglandina e deixa o colo do útero mais maleável para a dilatação”, esclarece Bianca.

 

  1. Durma bem

O último trimestre da gravidez traz um sono louco. Aproveite essa predisposição natural para dormir sempre que possível. O estudo “Sleep Deprived No More: From Pregnancy to Early Motherhood” (Privação de sono nunca mais: da gravidez à maternidade inicial, em português), da ginecologista e obstetra norte-americana Jodi Mindell, indica que mulheres que dormiram menos que seis horas por dia no último mês de gestação tiveram trabalhos de parto mais longos e quatro vezes mais chances de partir para uma cesárea.

Abrace seu travesseiro de corpo e durma sem culpa!

(AndreyPopov/Thinkstock/Getty Images)

  1. Evite açúcar e farinha branca em excesso

A doula e educadora perinatal Lara Maringoni Guimarães conta que a dica mais atual é evitar açúcar e alimentos que contenham farinha branca, especialmente após a 36ª semana de gestação. “Esses alimentos parecem inibir a ação da prostaglandina, o que acarretaria, em tese, em trabalhos de parto mais longos”, diz.

 

  1. Fortaleça as pernas

O parto normal vertical (ou seja, quando a gestante fica em pé) pode ser até uma hora mais curto que o horizontal (na posição deitada). Para conseguir passar por ele sem ficar com todas as dores do mundo na sequência, pernas fortes são essenciais. O especialista em ginástica pré-natal Erin O’Brien, criador do DVD “The Complete Pregnancy Fitness”, ensina a deixá-las em forma com um exercício que pode ser feito em casa. Coloque uma bola média entre sua lombar e uma parede e vá descendo o corpo, distanciando os pés da parede o máximo que conseguir. Quando chegar ao seu limite, pare e faça três séries de 15 agachamentos curtos. Suba lentamente e repita no dia seguinte.

 

  1. Faça uma bela faxina em casa

Além de organizar a casa para receber o bebê, esse esforço físico ajuda no trabalho de parto. “A movimentação de uma faxina pode aumentar a pressão da cabeça do bebê sobre o colo, estimulando a produção de ocitocina”, afirma Bianca.

E a sua casa ficará um brinco!

(Halfpoint/Thinkstock/Getty Images)

 

http://bebe.abril.com.br/parto-e-pos-parto/8-dicas-praticas-para-facilitar-o-trabalho-de-parto/

 

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